Quem cuida da saúde mental infantil

Artigo recente de Nilson Sibemberg, no blog do Estadão Criança em Desenvolvimento, faz o histórico da recente construção das Políticas Públicas em Saúde Mental para a Infância e discorre sobre os desafios que vivemos na
clínica institucional para a ampliação e qualificação dos serviços na rede SUS. É um texto que enriquece a discussão atual e aponta que precisamos avançar.

“O Brasil, apesar das queixas e críticas, ora legítimas, ora infundadas, possui um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo, o SUS. Sistema Único de Saúde que se propõe a oferecer à população brasileira atenção integral à saúde com acesso universal. Isto significa que qualquer cidadão, independentemente de sua renda e condição social tem o direito, garantido pelo Estado, de usufruir da atenção à sua saúde. A saúde como direito do cidadão e dever do Estado, garantido na Constituição Federal de 1988, abriu caminho para que movimentos sociais pudessem se mobilizar, demandando dos governos federal, estaduais e municipais políticas específicas para os problemas que os afligem. Organizações de pais de crianças com as mais diversas dificuldades de saúde mental têm buscado junto ao Ministério da Saúde a extensão de direitos sociais e acesso a atendimento especializado para seus filhos. Para melhor compreender este processo é importante, entre outros aspectos, conhecer a história das políticas  públicas de saúde mental para a infância em nosso país.”

Leia o artigo completo aqui.

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