A criança como sintoma: mal estar no Brasil

 

Compartilhamos o texto de Ana Laura Prates Pacheco, apresentado na Universidade de Buenos Aires em abril deste ano (2015), na Jornada “El psicoanálisis en la crisis del lazo social“.

[…] destacamos que Lacan convocava os psicanalistas a responderem eticamente:

  • à segregação trazida à ordem do dia por uma subversão sem precedentes;
  • à exclusão interna da psicanálise ao campo da psiquiatria.

Vemos o quanto se faz necessário renovar essa convocação ética nos dias atuais, quase meio século após esse discurso, em tempos de debate sobre o DSM V, a medicalização da infância, a aposta na etiologia genética para o espectro autista, o rebaixamento da maioridade penal no Brasil, a resistência às famílias homo parentais na França, etc. As respostas do psicanalista, como Lacan mesmo indica, devem incidir tanto na geografia (no topos, ou seja, no território[1], ou seja, no plano político) quanto na família.

[1] Faço aqui referência ao conceito de território do geógrafo brasileiro Milton Santos”

 

Para ler o texto completo:

A_criança_como_sintoma_AnaLauraPratesPacheco

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